Odacy Amorim condena agressão de policial a estudante em Itambé, durante reunião de Comissão na Alepe

Titular da Comissão de Cidadania, Direitos Humanos e Participação Popular da Assembleia Legislativa de Pernambuco – Alepe, o deputado estadual Odacy Amorim (PT-PE), participou nesta quarta (22), da reunião do colegiado que debateu o episódio envolvendo o jovem, Edvaldo da Silva Alves, 23 anos de idade, que ao protestar por mais segurança em Itambé na última sexta (17), foi ferido por uma bala de borracha, durante confronto com a polícia militar.

Odacy Amorim destacou a importância do trabalho da polícia e lembrou que a bancada de oposição é defensora de uma política de segurança pública que possa dar às condições de trabalho a polícia bem como, uma remuneração justa e atividades decentes em defesa dos cidadãos. Ao comentar o vídeo do ato que feriu Edvaldo da Silva, o parlamentar lamentou profundamente o episódio e lembrou que segundo os manifestantes, o protesto era para chamar a atenção do Governo, sobre um assalto que ocorreu em um transporte escolar, ocasião em que cerca de 50 jovens foram assaltados e levados para um canavial pelos bandidos.

O deputado considerou o confronto uma “insanidade”. Para Odacy, a bala de borracha que atingiu a queima roupa a veia do jovem, poderia acertar outra parte do corpo. “Eles queriam desocupar a pista e poderiam ter pedido reforço para dialogar com a população e esperar já que eles não tinham força suficiente para tirar aquela multidão da pista. A Constituição garante o direito das pessoas protestarem e ninguém tem o direito, como autoridade constituída, de agir daquela forma”, lembrou o deputado Odacy Amorim.

Dos encaminhamentos da reunião, a Comissão de Cidadania da Assembleia preparou um documento pedindo esclarecimentos a Policia Civil bem como respostas da Secretária de Defesa Social sobre as questões. Participaram também da reunião na Alepe, Maria Sebastiana e José Roberto da Silva, respectivamente mãe e irmão do jovem, que está internado em estado grave no Hospital Miguel Arraes, em Paulista, Região Metropolitana do Recife. (Foto: Ascom)

Conselho de Turismo de Petrolina é reativado e já tem novo presidente

Após quase quatro anos desativado, o Conselho Municipal de Turismo (Comtur) de Petrolina voltou a exercer suas atividades. O primeiro passo ocorreu com a eleição da nova diretoria do colegiado. O diretor de Turismo de Petrolina, Marcus Pamponet, foi eleito presidente, ficando como vice-presidente, Glaucineide Ferreira, empresária do setor hoteleiro na região.

A secretária de Turismo, Esporte e Cultura, Maria Elena Alencar, informou que a posse acontecerá o mais rápido possível para que também, através do Conselho, se possa potencializar o turismo em Petrolina. “A expectativa é que o Comtur nos ajude a orientar, planejar e promover o turismo na nossa região. Já estamos definindo estratégias para desenvolver o potencial turístico no Vale do São Francisco”, argumentou.

O conselho, que é deliberativo e consultivo, é formado por entidades públicas e privadas e discute as diretrizes do turismo em Petrolina. É composto por membros de vários segmentos da sociedade e visa consolidar parcerias e proporcionar, por meio de suas ações, o envolvimento e o comprometimento dos mais variados setores sócio-econômicos do município no fomento da atividade turística.

Na reunião estiveram presentes os representantes e suplentes do Conselho, dirigentes de associações da cidade e pessoas ligadas aos setores que envolvem o turismo como: hotelaria, bares e restaurantes e agências de viagens. (Foto: Ascom)

Em reunião da Comissão Mista de Mudanças Climáticas, Fernando Bezerra defende retomada de leilões de energias renováveis

Presidente e relator da Comissão Mista sobre Mudanças Climáticas (CMMC) do Congresso Nacional em 2015 e 2016, respectivamente, o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) prestigiou, nesta tarde (22), a eleição dos novos dirigentes do colegiado. O senador Jorge Viana (PT-AC) presidirá a comissão e o deputado Sergio Souza (PMDB-PE) será o vice-presidente da CMMC, este ano. Durante a reunião, Fernando Bezerra – membro titular do colegiado – apresentou três sugestões de agendas de trabalho para os próximos meses; entre elas, a discussão da retomada dos leilões de energia solar e eólica pelo governo federal.

“A Comissão pode fazer uma pressão positiva do Parlamento sobre o Executivo, de forma a mostrarmos que o Congresso está atento a esta importante medida ambiental e econômica para o país”, destacou o líder do PSB no Senado e que apoia a ampliação das “energias limpas” (renováveis) na matriz energética nacional. Neste contexto, Bezerra Coelho propôs que a comissão convide o ministro de Minas e Energia (MME), Fernando Filho, para uma audiência pública que esclareça as perspectivas do governo sobre o restabelecimento destes leilões.

Ao lembrar que este ano a Rio 92 (Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro, em junho de 1992) completa 25 anos, o senador defendeu, como segunda sugestão de agenda de trabalho, que o colegiado afine – com os ministérios do Meio Ambiente e de Relações Exteriores, além do MME – as metas brasileiras que serão apresentadas na 23ª Conferência da ONU sobre Clima, a COP-23.

“O Brasil tem tudo para ser, novamente, protagonista no encontro deste ano das Nações Unidas e liderar a agenda mundial de proteção ao meio ambiente”, ressaltou o socialista. Sob a presidência de Fiji, a COP-23 será realizada na cidade alemã de Bona, antiga capital da Alemanha e sede do Secretariado do Clima da ONU.

A terceira medida proposta hoje à CMMC pelo senador Fernando Bezerra foi uma visita de integrantes do colegiado aos Estados Unidos. O objetivo, segundo explicou o líder do PSB, é aproximar o Brasil de estados norte-americanos contrários à posição do presidente Donald Trump em relação à agenda ambiental. Conforme observou Bezerra Coelho, o orçamento de Trump prevê cortes drásticos dos recursos destinados à Agência de Proteção Ambiental; retira o financiamento de ações vinculadas às mudanças climáticas, eliminado o Plano de Energia Limpa; e reduz investimentos em programas sobre qualidade da água e do ar.  (Foto: Ascom)

Artigo do Leitor: E se a operação “Carne Fraca” da Polícia Federal fosse em Petrolina

O servidor público e Bacharel em Direito, Alex Sidney, leitor do Blog, aponta neste artigo, porque contesta os que defendem a reabertura do matadouro público de Petrolina. Ele faz questão de deixar claro no texto, justificando cada argumento de sua posição contrária a essa questão que vem sendo debatida na cidade já há alguns meses. Confira:

Petrolina é uma cidade encravada no sertão pernambucano, conhecida pela robustez econômica, dinamismo e pioneirismo. Contudo, como tudo na vida, tem fragilidades típicas das cidades Brasileiras, algumas correlacionadas às metrópoles, como a escalada da violência e desordenamento da ocupação urbana e outras comuns às pequenas cidades. É sobre uma dessas fragilidades que vamos nos ater nessas poucas linhas: A qualidade e origem da carne consumida na cidade.

Contrariando seu histórico de vanguardismo, por décadas a Município manteve funcionando um abatedouro público às margens do Velho Chico, sem a mínima condição de higiene, que exalava por muitos bairros da cidade um forte odor característico de carne apodrecida. Esse odor causava uma grande dúvida aos munícipes, se era produzido por um curtume ou pelo matadouro localizado na mesma região. O tempo passou, o matadouro foi fechado pelo Governo Júlio Lóssio e a questão foi resolvida: sim, àquele cheiro de carniça que torturava vários bairros vizinhos e universidades próximas eram provenientes do Matadouro mantido pelo poder público municipal.

Mas a poluição do ar não era o único problema do matadouro público, vez que as suas instalações serviam para um produtivo criadouro de urubus, moscas e outros animais não desejáveis em locais que se prestam a produzir os alimentos que consumimos. Além dessas mazelas, a vizinhança mais próxima era obrigada a conviver com os ritos macabros dos aboios dos algozes levando os animais para o abate e o grito agonizante das vítimas, que sucumbiam em um abate desumanizado. O Velho Chico, vizinho mais antigo, também reclamava do derrame em suas águas dos resíduos do abate.

Apesar dos absurdos acima narrados, a vigilância sanitária, órgão subordinado ao município, logicamente, jamais interditou o matadouro de seu patrão. A agência sempre se mostrou eficiente contra empresas privadas ou pequenos produtores de doce de leite e afins. Da mesma forma, outros órgãos de fiscalização de mostraram igualmente ineficientes em fechar o matadouro público, monumento medieval do atraso e da falta de sanidade da carne consumida em Petrolina.

Passaram-se os governos e finalmente a gestão Lóssio tomou uma medida ao mesmo tempo barata, inteligente e republicana. Fechou o matadouro e encaminhou o abate de animais para vizinha cidade de Juazeiro/BA, dotada de um frigorífico industrial com Selo de Inspeção Federal. Com uma só medida melhorou a qualidade da carne consumida na região, economizou para o município os altos custos com a manutenção do matadouro público, acabou com o conflito de interesse da vigilância sanitária municipal fiscalizar um equipamento do próprio município. Os apreciadores de carnes saudáveis, o ar, o velho chico e os vizinhos do antigo matadouro público, agradeceram.

Mas alguém reclamou. Nada é bom para todos, e um grupo de marchantes, capitaneado por alguns vereadores, fizeram dessa acertada medida palanque eleitoral e propuseram o absurdo, reabrir o matadouro público.

Quais os argumentos –  1. A carne de Petrolina não pode ser abatida em Juazeiro; 2. É mais caro abater no frigorífico certificado; 3. Pais de família ficarão sem emprego; 4. Aumentou o abate clandestino.

Pois bem, vamos analisar os argumentos:

1.        Por que a carne não pode ser abatida em Juazeiro? Melhor uma carne certificada de lá ou de um matadouro medieval de Petrolina. Ocorre que para se manter um frigorifico industrial certificado se faz necessário demanda, e se Petrolina sozinha contiver essa demanda, surgirão empresas interessadas em instalar-se em Petrolina. Enquanto isso, tirando o bairrismo fora de moda, nada impede que as cidades compartilhem os serviços, pois é melhor uma das cidades ter um aeroporto de ponta que as duas contarem com portos fluviais meia boca. Melhor um frigorifico certificado em Juazeiro que as duas cidades com matadouros medievais;

2.        De fato, é mais caro abater em um frigorífico certificado, mas acredito que ninguém em seu juízo perfeito prefira pagar alguns centavos a menos, por quilo, para ter uma carne de origem duvidosa;

3.        Os empregos como magarefe em um matadouro medieval como o de Petrolina têm que acabar, e os trabalhadores devem se reinventar na mesma cadeia produtiva ou em outra, assim como a tecnologia fez e fará em vários outros setores. Não dá para frear o avanço tecnológico em nome de um pequeno grupo que se recusa a evoluir.

4.        O combate ao abate clandestino é função e responsabilidade dos órgãos fiscalizadores, não se podendo reabrir um abatedouro com condições piores que os abates clandestinos para combater a prática ilegal. Em suma, o abate clandestino é ilegal, mas o abate no matadouro de Petrolina era ilegal vez que nunca atendeu as rígidas exigências sanitárias do Ministério da Agricultura (além de poluir o ar e ter sua criação de urubus e moscas), e imoral porque o poder público municipal bancou com nossos recursos a ocorrência de todos os fatos denunciados nesse pequeno artigo.

Por fim, conclamo o Prefeito Miguel Coelho à razão, para que veja a política para o bem de todos e não de um pequeno grupo e que se atenha em fazer a cidade avançar e não retroceder em um ponto tão importante. Antes de tomar decisão analise as seguintes questões:

O município de Petrolina vai dar licença ambiental de operação para o matadouro voltar a funcionar?

Vai ter estudo de impacto de vizinhança?

A Vigilância Sanitária Municipal/Estadual e Federal vão atestar inicialmente e depois regularmente a qualidade dos abates?

O matadouro vai ter Selo de Inspeção Federal?

O Ministério Público Federal vai aceitar a reabertura do equipamento em Área de Preservação Permanente?

Qual vai ser o custo para os cofres do município para reinstalação do matadouro? E o custo mensal para o município da sua operacionalização?

Dizem que essa medida é provisória, que o município pretende fazer um matadouro em outro local. Gastar esse valor de forma precária e provisória no antigo atende os princípios constitucionais de moralidade e eficiência, ao anseio dos eleitores que seus representantes tratem com zelo pelos recursos públicos?

Aguardamos sinceramente uma honesta reavaliação da decisão.

Alex Sidney – Servidor Público, bacharel em administração e Direito

Moradores da Vila Eduardo reclamam de pipeiros

Os moradores que residem nas proximidades do 72 BI do Exército, precisamente perto da Avenida Cardoso de Sá, bairro Vila Eduardo, zona leste de Petrolina, estão na bronca com os pipeiros da Operação Carro Pipa. Em nota enviada ao Blog, eles alegam que os caminhões estão sendo estacionados em frente às garagens, causando transtornos para quem precisa sair de casa ou estacionar ao chegarem nas residências.

A população pede a presença da Ammpla urgente para ordenar o local.

 

 

Codevasf recebe especialista de Isreal sobre experiência com os desafios do acesso à água

Dessalinização, reuso, sólida regulação e promoção de uma cultura que fixa o cuidado com a água como prioridade. Essas são algumas das medidas responsáveis por permitir que Israel supere seus constantes desafios de acesso a água, de acordo com Oded Distel, diretor do Programa Nacional de Sustentabilidade em Energia e Água do país, situado no Oriente Médio. Distel tratou do tema em evento que compôs nesta quarta-feira, 22, a programação de atividades alusivas ao Dia Mundial da Água realizadas esta semana na sede da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), em Brasília. O evento foi transmitido por videoconferência para as Superintendências regionais da empresa.

Na abertura da programação, a presidente da Codevasf, Kênia Marcelino, ressaltou a importância dos recursos hídricos e a atuação da empresa no desenvolvimento regional ao promover o uso sustentável desse recurso natural. “Precisamos conscientizar a sociedade sobre a necessidade de cuidar da água. Ela é vital”, ressaltou.

De acordo com o gestor israelense, o esgoto da região de Tel Aviv, a mais densamente povoada de Israel, é tratado para uso em atividades agrícolas. No país, 85% de toda a água de reuso é aplicada na agricultura – o maior percentual do mundo. Além disso, plantas de dessalinização fornecem 70% da água de consumo doméstico, fonte cujo custo de produção é comparativamente o mais elevado; atualmente cerca de um terço de todo o consumo de água de Israel provém da dessalinização. Mais de 60% do país é ocupado pelo deserto de Neguev.

“Todas as casas e fábricas estão conectadas a uma rede de abastecimento nacional, que é suprida por diferentes fontes: dessalinização, águas de subsolo, águas de superfície. Então quando abro a torneira em casa, provavelmente recebo um misto de água de diferentes fontes. A autoridade de água determina a qualidade e capta águas de fontes diversas, a depender de disponibilidade, do preço da energia, de muitos fatores”, explicou. Segundo Distel, a cobrança das tarifas de água sempre observa o real custo de produção das diversas fontes de abastecimento.

O diretor do Programa Nacional de Sustentabilidade em Energia e Água de Israel também ressaltou que o arcabouço legal de proteção da água, as campanhas de conscientização voltadas sobretudo para crianças e o estímulo a empreendedorismo e inovação nas áreas de gestão da água, dessalinização, irrigação e soluções para a área urbana são decisivas para o desenvolvimento de uma sociedade que conserva e economiza recursos hídricos.

“É muito produtivo receber todas essas informações. Só assim poderemos mudar a realidade futura que hoje prevê que até 2050, 66% da população mundial vai sofrer com a escassez de água potável, número apresentado pelo próprio Oded Distel em sua palestra”, afirmou Inaldo Guerra, diretor da Área de Revitalização das Bacias Hidrográficas da Codevasf, área que organizou o evento.

Fórum Mundial da Água

Também dentro da programação de atividades alusivas ao Dia Mundial da Água realizadas na sede da Codevasf nesta semana, o assessor especial do Ministério da Integração Nacional (MI) Irani Braga Ramos realizou palestra sobre as principais perspectivas para o encontro Fórum Mundial da Água – Brasília / 2018.

Segundo Ramos, o objetivo do Fórum é intervir em políticas públicas. Ele explicou que esse processo político está organizado em torno de três encontros no Fórum de 2018: um de ministros, um de parlamentares e outro de autoridades locais.

Precisamos transformar as nossas questões em questões globais”, destacou. Ramos informou que Ecossistema é o tema que estará sob a coordenação do Ministério da Integração na ocasião. “Completamente alinhado aos esforços que o MI e a Codevasf vêm empregando”, frisou.

O Fórum Mundial da Água é o mais importante evento relacionado água. Ele acontece a cada três anos em uma diferente cidade do mundo e tem como objetivos gerais aumentar a percepção da importância da água na agenda política dos governos, além de promover o aprofundamento de discussões, a troca de experiências e a formulação de propostas para desafios relacionados a recursos hídricos. (Foto: Ascom Codevasf)

Presidente do Sindsemp não recebe notificação oficial e servidores de Petrolina mantém greve

A decisão do desembargador, Frederico Neves, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), de suspender a greve dos servidores públicos de Petrolina, não chegou a atingir o movimento grevista. Conforme o presidente do Sindsemp, Walber Lins, não chegou nenhuma comunicação oficial ao sindicato e por isso, a greve está mantida.

O dirigente também informou que uma nova assembleia será realizada nesta sexta-feira, 24, a partir das 9h, na sede do Sindsemp, para avaliação do movimento.

A decisão do desembargador sobre a suspensão da greve dos servidores municipais de Petrolina foi conhecida no final da tarde desta quarta-feira, 22. No despacho o desembargador colocou como penalidade pelo não retorno ao trabalho, multa diária de R$ 20 mil ao sindicato.

Arquiteto da Microsoft ministrará palestra em faculdade de Petrolina nesta sexta-feira

Para conhecer o conceito e os benefícios que as empresas locais podem obter, através dos serviços em Computação em Nuvem, o colegiado de Gestão da Tecnologia da Informação da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape) promoverá nesta sexta-feira (24) a palestra ‘Computação em nuvem: é seguro para as empresas?’. O evento é aberto ao público e acontecerá no auditório principal da Faculdade, a partir das 19h.
Além de abordar os benefícios em utilizar a computação em nuvem, a palestra, que será proferida pelo Arquiteto de soluções em Nuvem da Microsoft, Vandy Rodrigues, pretende falar sobre as garantias de segurança do serviço. Segundo a organização do evento, a palestra ajudará os estudantes e profissionais da área de tecnologia a conhecer novos recursos e tirar as dúvidas com um expert.

Esta quinta-feira será de muito forró na Haus Bier em Petrolina

Esta quinta-feira (23) será de muito forró na Choperia Haus Bier, localizada na Orla de Petrolina. Quem for ao local, a partir das 19h, poderá assistir à partida entre a Seleção Brasileira X Uruguai, e ainda curtir o som da Banda Pega Leve e Daniel e Banda.  Os shows prometem, como sempre, colocar todo mundo para dançar.

APLB/Sindicato de Juazeiro convoca profissionais da Educação para assembleia nesta sexta

Através de nota, a direção da APLB/Sindicato em Juazeiro (BA) confirmou assembleia geral nesta sexta-feira (24). O encontro servirá para avaliar a greve geral contra a reforma da previdência.

A reunião de amanhã que acontecerá na sede da APLB, bairro Alagadiço, área central da cidade, às 16h. Vale frisar que os professores de Juazeiro estão de braços cruzados desde a semana passada.

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